LCD, LED, OLED ou Plasma, qual escolher?

Grande parte das televisões encontradas no mercado brasileiro possui tela de LCD LED, mas outras tecnologias como o próprio LCD comum, o plasma e, mais recentemente, o OLED, também podem ser encontradas. Antes de escolher, vamos às diferenças.

Em termos gerais, as telas de LCD (Liquid-Crystal Display) são as mais simples. Elas usam lâmpadas fluorescentes como fonte de luz, enquanto a camada de LCD age como uma cortina, bloqueando ou liberando a luz conforme a situação. Como a lâmpada fluorescente nunca é desligada, por vezes o preto pode não ser tão escuro como se gostaria. Além de finas, as telas de LCD são econômicas: chegam a gastar 50% menos de energia do que uma TV de tubo. Mais um motivo para você trocar de aparelho, certo?

Já o LCD LED é o que se pode chamar de uma evolução do LCD e não por acaso é o tipo mais encontrado nas lojas. Nesse tipo de tela, lâmpadas LED são usadas no lugar das lâmpadas fluorescentes. Os LEDs permitem maior controle sobre o nível de luz, e por isso as imagens têm melhores contrastes e brilho do que numa LCD convencional. As TVs de LED também são ainda mais finas e econômicas do que os modelos LCD comum.

TV de plasma acabou, mas OLED está chegando

O plasma é uma tecnologia bastante tradicional e confiável, mas está em declínio. Em 2014, LG e Samsung anunciaram que vão deixar de produzir TVs de plasma. Analistas dizem que as telas de plasma são tecnicamente incapazes de acompanhar os avanços em termos de resolução, e que também consomem mais energia e esquentam mais do que o LCD. Apesar do fim da produção, essas TVs ainda poderão ser encontradas por alguns meses até o fim dos estoques.

Conhecido pela sigla PDP (Plasma Display Panel), o plasma ficou famoso entre os aficionados por seu excelente contraste. Entretanto, as telas de plasma sofrem mais com o reflexo, e por isso são indicadas para ambientes escuros, com uma iluminação apropriada. Esse tipo de tecnologia também é mais suscetível a lugares de muita altitude e pode sofrer o efeito “burn-in”, quando a imagem fica congelada durante muito tempo e marca a tela. Além disso, consome mais energia que o LCD ou o LCD LED.

Por fim, estão as televisões de OLED (Organic Light-emitting Diode). O OLED é um diodo emissor de luz, ou seja, um LED, mas que possui uma camada de filme orgânico que emite luz em resposta a uma corrente elétrica. Assim como o plasma, funciona melhor em ambientes escuros. Muito embora seja proclamado como sucessor do LED, o OLED ainda não deslanchou e poucos e caros modelos são encontrados nas lojas.

Seu custo de produção é alto e a demanda ainda não é suficiente para baratear a tecnologia como aconteceu com suas antecessoras. No final de 2014, a LG, umas das principais entusiastas do OLED, reduziu o preço de alguns modelos com a tecnologia de tela em até 75%.

Fonte: Ig

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